Abono e quebra de caixa das praças de pedágio
Processo no Fluig para tratar as diferenças de caixa dos arrecadadores, com abono ou desconto em folha, dados buscados no sistema de arrecadação e um relatório com indicadores para o CCA e o P&O.
// como o processo anda
Abonos e descontos eram controlados à mão, em planilhas, e-mails e arquivos TXT. No desconto em folha, planilhas de 40 a 100 linhas precisavam ser redigitadas.
Um processo no Fluig com duas entradas: no abono, o código do arrecadador busca os dados no sistema de arrecadação, com conexão via banco de dados; no desconto, a planilha exportada pelo sistema preenche o processo sozinha. Tudo alimenta um relatório para o CCA e o P&O, que também gera o arquivo de importação para o RM.
// telas






Contexto
Quando o caixa de um arrecadador da praça de pedágio fecha com diferença, a empresa decide entre abonar o valor ou descontar em folha, a chamada quebra de caixa.
Esse controle era feito à mão, com planilhas, e-mails e arquivos TXT. No desconto em folha, o sistema de arrecadação exporta uma planilha que pode ter de 40 a 100 linhas, e cada linha precisava ser digitada de novo. Não havia um lugar com o histórico nem com os números do mês.
Como funciona
O processo começa com uma escolha: abono ou desconto em folha.
Abono. O solicitante informa o código do operador. Esse campo busca os dados do arrecadador no sistema de arrecadação das praças de pedágio, com conexão via banco de dados: nome, matrícula e coordenador. O restante do formulário é preenchido com o turno, a data do fechamento, a praça, os valores e o motivo.
Desconto em folha. O solicitante arrasta para o processo a planilha exportada pelo sistema de arrecadação. O processo lê o arquivo e preenche sozinho uma tabela pai e filho com todos os arrecadadores, sem redigitar nenhuma linha.
Depois, a solicitação segue o fluxo de aprovação. Quando quem abre não é supervisor, ela passa primeiro pela supervisão; depois vêm o CCA, a coordenação e a gerência. A supervisão pode devolver o pedido ao solicitante para reajuste, e a gerência pode devolvê-lo à coordenação. No fim, chega ao P&O, o RH da empresa, que registra o abono.
Integração com o RM
Para o desconto chegar à folha, o relatório gera o arquivo de importação para o TOTVS RM: um TXT com uma linha por lançamento e os dados separados por ponto e vírgula, com valor, matrícula, data e hora e tipo de desconto. O P&O importa esse arquivo no RM, sem montar a planilha à mão.
Relatório
Todos os dados do processo alimentam uma widget de relatório, usada pelo CCA, o Centro de Controle de Arrecadação, que trabalha junto com as praças de pedágio, e pelo P&O. Ela mostra:
- Indicadores do período: solicitações, soma da quebra de caixa, valor abonado e total de descontos.
- Abono e quebra de caixa lado a lado.
- Principais motivos de abono, praças e operadores com mais desconto.
- Detalhe de cada processo: os valores somados, os anexos e a lista de arrecadadores.
O que eu fiz
- Processo e formulário no Fluig, com as duas entradas: abono e desconto em folha.
- Busca dos dados do arrecadador no sistema de arrecadação, com conexão via banco de dados.
- Importação da planilha por arrastar e soltar, preenchendo a tabela pai e filho.
- Geração do arquivo de importação para o TOTVS RM, com valor, matrícula, data e hora e tipo de desconto.
- Widget de relatório com indicadores, filtros por período e detalhe de cada processo.
- Tutorial no primeiro acesso.
Resultado
O controle saiu das planilhas, dos e-mails e dos arquivos TXT e passou a ter um processo com aprovação e histórico. A planilha de desconto, que chegava a 100 linhas, entra no processo de uma vez, o arquivo para o RM sai pronto do relatório, e o CCA e o P&O acompanham os números do mês num relatório próprio.
